O mesmo de sempre (2023) explora como, apesar das mudanças superficiais, os padrões subjacentes do comportamento humano e da tomada de decisões permanecem constantes ao longo da história. Em última análise, defende a aceitação da simplicidade dentro desta turbulência, concentrando-se nas verdades fundamentais e atemporais da psicologia humana que perduram em meio a mudanças superficiais.